Filmes que falam de casamento

Eu sei! Acho que vocês já leram sobre isso em outro lugar, mas é inevitável. Pensa comigo!
Nós como noivas vivemos tão atarefadas, nossas preocupações vão da cor do casamento até a cor da sombra que vamos usar, estamos constantemente buscando coisas novas na internet, cada hora lançam uma ideia diferente, um produto inovador, uma recita espetacular, e nós esquecemos todos os nossos planos e o refazemos, até que enlouquecemos o noivo, com nossas ideias mirabolantes! É por isso que tenho o blog, posso buscar minhas ideias doidas, sem deixar que o noivo fique maluco.
Então, chega uma hora que precisamos esfriar a nossa cabeça,e, é isso que vou fazer hoje, darei uma dica de filmes, filmes que falam de CASAMENTO, é eu não aprendo, não adianta, penso me casamento 23 hs do dia, o que sobra penso no chá de panela, ai como tô engraçadinha. 

Separei alguns filmes de casamento que uma noiva que se preze não pode deixar de assistir:

Imagina! Filme clássico, com dois dos maiores atores americanos, uma comédia romântica muito envolvente.

Quer um filme que eu goste mais? É esse, nossa, quando vi pela primeira vez pirei, foi aí que comecei a ver Grey´s Anatomy, esse filme merece meus suspiros eternos!

Bem, meninas, separei esses 3 filme, eu sei que há vários sobre o assunto, vale a pena ver esses filmes, alugar, ver online, baixar.
É bom esfriar a cabeça um pouco, eu falo isso, porque a minha cabeça está passando por um turbilhão de emoções que nem dá pra explicar, não sei se isso é normal, mas cada coisa que passa pela minha cabeça.
Pode ser stress, nervoso, não sei, por isso quis distrair a minha cabeça, longe das preocupações e escolhi esses filmes pra assistir e resolvi indicá-los pra vcs.

Distraia!

Eu vi!!!

Amor a distância

Amor à Distância é uma comédia romântica plausível e seu desfecho é bem acertado, sem príncipe encantado ou anulação feminina em prol do amor. Assim até que não fica difícil acreditar no final feliz. (omelete.com.br)

Eu vi!!!

Not since you (2009)

É a história de velhos amigos de faculdade, conflitos não resolvidos e casos de amor que ressurgem quando eles se reúnem para um casamento em Geórgia.
Título Original: Not Since You Gênero: Drama/Romance Duração: 90 Minutos Ano de Lançamento: 2009 Direção: Jeff Stephenson Elenco: Desmond Harrington … Sam Nelson Kathleen Robertson … Amy Smith Christian Kane … Ryan Roberts Jon Abrahams … Howard Stieglitz Sunny Mabrey

DICA DE FILME BASEADO EM LIVRO

Assitam o trailler, depois a gente conversa…
http://www.youtube.com/watch?v=fVrV_wDl8nc

O Noivo da Minha Melhor Amiga – Emily Giffin

“O noivo da minha melhor amiga”, conta a história de Rachel, uma jovem advogada de Manhattan. A moça sempre foi reconhecida por si mesma e seus amigos mais próximos como “a certinha” e “a boa moça”, mas tudo isso muda subitamente em seu aniversário de 30 anos, durante a festa oferecida por sua melhor amiga, Darcy. Meio deprimida por chegar aos 30 sem o marido e os filhos que imaginava ter a essas alturas da vida, Rachel bebe demais e termina a noite na cama com Dex, seu grande amigo de faculdade e noivo de Darcy. E agora, após uma noite com o noivo da melhor amiga, Rachel acorda determinada a esquecer para sempre o fatídico encontro, mas acaba descobrindo que sempre amou Dex. E, apesar da amizade a Darcy, começa a perceber que ela não é exatamente o que se espera de uma melhor amiga.” Rachel e Dex se conhecem há muito tempo. Estudaram juntos e são amigos. Do outro lado, Darcy, a melhor amiga de infância de Rachel. Darcy tem uma personalidade polêmica, do estilo ame-ou-odeie. Rachel apresenta os dois amigos e o resultado é um noivado. Encontramos esses personagens nessa fase da vida, Rachel ajudando a amiga Darcy nos preparativos para o casamento com Dex, e vivendo ela mesma uma fase de questionamentos sobre seus relacionamentos pessoais, incluindo suas amizades. A carência de Rachel e a gentileza de Dex culminam numa noite memorável, que mexe com a vida dos dois. O livro é contado com auxílio de narrativas do passado, e só assim podemos entender a relação Rachel-Darcy. As amigas são inseparáveis, mas só porque uma se submete à outra. Toda a amizade é marcada por episódios onde Darcy é a protagonista. Rachel então, tentada a ser a protagonista da sua vida e ter uma vida independente de Darcy, acaba embarcando na aventura de ter um caso com Dex. Desde o princípio, os amantes estão emocionalmente envolvidos, resgatando uma intimidade dos tempos de faculdade. Rachel é decidida e apaixonada, mas tem medo de ferir a amiga. Dex é mais acomodado, embora muito doce e gentil, suas atitudes muitas vezes foram difíceis de entender. No desenrolar dos capítulos, explora-se tanto a relação entre Rachel e Dex, amantes, como a relação entre Darcy e Rachel, amigas. A história é realista no ponto em que os conflitos não se resolvem com mágica, e as pessoas ficam marcadas pelos seus atos. Descrito como um romance, o livro é um pouquinho mais. Sem a pretensão de estudar relações humanas, vemos na desprentensiosa história a pitada de realismo necessária para manter os pés no chão. O filme é baseado neste chick lit, que particularmente, me fez querer ler 500 vezes o livro, a autora tira de letra um livro sem muitos clichês e com um mocinho, aiaiaiaiai, que ocupará os seus sonhos… bjos até sexta

DICAS

Adoro comédias românticas, romance, drama romântico, filmes água com açúcar, bem bobinhos do tipo garoto conhece garota e se apaixona, briga mais tem uma grande reviravolta do destino que eles se encontram, pudera eu sou mulherzinha!!!!
Já tem um mês que fui bombardeada com essa imagem:,

Sim meninas!!!! É ele Jake Gyllenhaal, o totoso (desculpa amor!!!)… Fiquei dias e dias pensando, quando fui ao cinema e vi o trailler de ” AMOR E OUTRAS DROGAS”, mas não estava em cartaz no cinema próximo a mim…
Estava louca pra ver o filme, até que ontem saiu o download dele no site: http://www.filmes3gp.org, baixei e hoje assisti e me surpreendi com a história.
Não é mais uma comédia romântica melosa de mulherzinha, trata de assuntos sérios e interessantes, como o mal de parkison…
Segue a crítica do site omelete:

Prozac x Zoloft, Xanax x Ativan, Viagra x brochada, homem x mulher, amor x razão, relacionamento amoroso x independência de ser solteiro. Amor e Outras Drogas (Love and Other Drugs, 2010) gira em torno de competitividade e escolhas.

São os anos 90, e o mulherengo Jamie Randall (Jake Gyllenhaal) largou a faculdade de medicina para trabalhar em uma loja de eletrônicos, como que competindo com o pai para mostrar-se no controle de sua própria vida. Mas Jamie acaba sendo despedido da loja, e passa a vender produtos bem menos inofensivos quando entra para o time de representates da gigante famacêutica Pfizer.

Somos então apresentados ao inescrupuloso mundo das prescrições de medicamentos tarja preta, porém de maneira leve, sem entrar nas implicações sócio-políticas desse mercado – ficando bem distante de O Jardineiro Fiel, para citar um exemplo. A falta de ética é usada para efeito cômico em diálogos e os personagens obedecem a um único objetivo: fazer com que médicos receitem o medicamento da Pfizer ao invés do concorrente. É o momento do boom do Viagra. Quem se importa com a ética quando se tem nas mãos a milagrosa pílula azul do sexo? Amor e Outras Drogas é hedonista, assim como a plateia da primeira década dos anos 2000.

Ainda assim, era necessário um romance para evitar que a adaptação ao cinema do livro de não-ficção Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman revirasse os podres da indústria farmacêutica nas telonas. Entra em cena Maggie Murdock (Anne Hathaway), personificando uma das fantasias masculinas como a garota que quer só sexo, dispensando as complicações de um relacionamento – fachada que proporciona escape fácil, evitando assim o risco da dor que todos corremos ao amar.

Quando a personagem de Hathaway deixa de bancar a durona e abandona o discurso do sexo casual, admitindo sua fragilidade e insegurança, o romance com Gyllenhaal passa a funcionar muito bem e o casal encontra sua química. Hathaway também parece muito confortável com todas as cenas de nudez do roteiro.

Amor e Outras Drogas tem uma narrativa muito interessante, contruindo personagens que cativam a plateia e uma linda história de amor mas, chegando ao final, o roteiro vai se entregando a um dos finais mais piegas do cinema romântico dos últimos tempos. Há certos desfechos fantasiosos e simplistas que plateias atuais não engolem mais.

Também fica o desejo por mais referências da década de 90, especialmente na trilha sonora. Mesmo com o amplo uso de pagers, com o baseado, e com o figurino grungeiro de Hathaway – com direito a macacão, jeans rasgado e camisa de flanela xadrez -, a ambientação noventista não fecha sem a música certa. A rápida cena da “Macarena” é inspirada, mas faltou uma pitada de Seattle.