Dia dos noivorados…

Saldo oficial

Oi meninas!!!

Meu dia dos namorados começou no sábado, 11/06, quando bolei um presente para o meu amor!
Resolvi dar um presente tão simples (meias e cinto), mais o que valei foi a embalagem que fiz (um saquinho de E.V.A, cheio de recadinhos e desenhozinhos feitos por mim, eu sou uma eximia desenhista), vamos as fotos:

Olha o meu presente!!!!

Visual (sábado, manhã e tarde):

Nosso almoço de domingo, dia dos noivorados!!!

Essa é para rir!!! Mulheres alteradas

http://www.aninkmarink.blogger.com.br/2003_05_01_archive.html

Preencha todos os dados abaixo:

1. O que a faz sentir pior?
( ) estar gorda
( ) não ter celular
( ) não ter um centavo

2. Quando chega o verão, o que você percebe primeiro ?
( ) que tem barriga
( ) que não tem roupa
( ) que está com vontade de fugir para uma ilha

3. Identifique sua frase “definitiva” favorita
( ) nunca ninguem me fez sentir assim
( ) na segunda-feira, começo a dieta
( ) nunca mais vão me pegar para trabalhar de graça

4. Qual dessas decisões é decisiva na hora de começar um regime ?
( ) porque em vez de “gata” começam a chamá-la de “fofa”
( ) porque não consegue fechar o jeans
( ) porque as camisas começam a ficar melhor para fora da calça

5. Marque o motivo que a faria se casar com um homem
( ) porque foi o único que lhe deu bola
( ) porque não sabe o que fazer da vida
( ) porque sim

6. Como você trata o homem da sua vida ?
( ) como um filho
( ) como se fosse o último cantil no deserto
( ) como um inimigo

7. Assinale sua tática preferida de desvalorização
( ) comparar com o outro
( ) criticar a roupa que ele compra
( ) bocejar quando ele fala

8. Qual a melhor razão para você rever seu ex ?
( ) para pedir que devolva alguma coisa emprestada
( ) para cuspir nele
( ) para ele ver como você vive bem sem ele

9. O que pode incomodar mais, quando se trata de ir a uma festa ?
( ) ir produzida e todo mundo estar de jeans
( ) ser a primeira a chegar
( ) chegar tarde e descobrir que era um jantar formal

10. Qual o seu maior temor, quando está preparando uma comemoração de aniversário ?
( ) deprimir-se meia hora antes da chegada dos convidados
( ) misturar as tribos e ninguém se entender
( ) tomar umas garrafas a mais e no dia seguinte não lembrar de nada

Descontraia!!!!

bjos

Retrô: Casamento nos anos 50

Meninas, resolvi postar mais uma coluna aqui no blog.
Amo história, principalmente os costumes antigos (por isso pesquiso o comportamento e os personagens na literatura romana, nos epigramas de Marcial, mais isso é assunto pra outro dia!!!)…
Aí, hoje pensei: ” Como seria o namoro, noivado e por fim, o casamanto nos anos 50. Sempre gostei de coisinhas vintage e então resolvi compartilhar coisas bastante interessantes que a gente acha na internet.
Espero que gostem, e espero ler os comentários de vcs em breve!!!

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Até o final dos anos 50, o lugar de namoro era o sofá ou o portão, sob o olhar vigilante da mãe que de vez em quando vinha espionar para ver se os dois não estavam “fazendo o que não deviam”. Havia, também, o irmãozinho mais novo que ficava “segurando vela” por todo lado aonde iam. Sexo antes de casamento era uma atitude condenada.

Nos anos 50, embora a mulher não tivesse mais a grande obrigação dos casamentos arranjados pelos pais, ainda assim, tinha o perfil de mulher destinada ao lar, ou seja, a casar, ter filhos, cuidar do marido. Cabia a ela a responsabilidade do sucesso no casamento, a felicidade conjugal dependia única e exclusivamente da mulher. Mas nem todas as mulheres pensavam igualmente, é claro, nem agiam de acordo com o esperado, mas as expectativas (regras) impostas pela sociedade faziam parte de sua realidade moldando, de uma forma ou de outra, suas atitudes e pesando em suas escolhas.

(http://www.aninkmarink.blogger.com.br/2003_05_01_archive.html)

Os anos dourados trouxeram para o Brasil de pós-guerra a ascensão da classe média. A possibilidade de informação, lazer e consumo tornou-se concreta para homens e mulheres. O processo de urbanização e industrialização conduziria ao aumento das possibilidades educacionais e profissionais para homens e mulheres. A partir daí, as distâncias entre homens e mulheres diminuíram; práticas sociais do namoro à intimidade também sofreram substanciais modificações.

Na década de 50 tudo era feito com respeito por si próprio e para sociedade. Compromisso assumido em todos seus detalhes, e fazia-se cumprir aquela famosa frase “até que a morte os separe”. A mulher era submissa aos desígnios do marido e mesmo sendo infeliz, não tinha a audácia de largá-lo para iniciar outra vida, e se o fizesse era considerada vulgar.

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A visão do casamento nos anos 50

Juntamente com as mudanças de comportamento ao longo dos anos, observa-se uma reestruturação de papéis e funções dentro da instituição casamento.

Na década de 50 o casamento não dependia do amor ou afeto que os parceiros tinham um pelo outro e sim pela boa relação entre as famílias dos cônjuges. Acreditava-se que o amor era um elemento secundário na escolha do parceiro, que este poderia ser apreendido ou desenvolvido após o casamento consumado.

O casamento era a tentativa de conquista da ‘liberdade” feminina, esta saia da casa dos seus pais acreditando que obteria independência e autonomia, mas na prática passava a Ter novo dono, o marido. A fidelidade era regra absoluta para a mulher e relativa para o homem.

O casamento não era visto de uma forma romântica, o que ficava claro era o cuidado e a lealdade mútuos. Existia um mandato implícito de que uma vez casados era para sempre, e quem ousasse ir contra, era severamente descriminado e excluído tanto da sociedade como da própria família e passava a representar um perigo as famílias constituídas. Ficar casado era o que a sociedade esperava para que a família não fosse prejudicada.

O casamento sofria uma influência cultural muito grande, e por este motivo era preservado e visto como algo sagrado. Esses valores eram herdados de sua família de origem. Muitos destes novos casais passavam a morar na mesma casa de um dos pais dos cônjuges, lugar repleto de experiências familiares, e essa transmissão de valores e tradições era facilitada pelo fato de muitas vezes haver três gerações vivendo sobre o mesmo teto.

As relações eram mais conservadoras, os valores expressos de forma rígida.

Segundo Mc Goldrick (1995) existiam papéis e funções rigidamente exercidos; o homem era tido como provedor, e responsável pelo sustento daquela família, enquanto a mulher numa postura mais servil, tinha como função nutrir e tomar conta da educação da prole, o que já lhe era passado na própria educação. As mulheres sempre foram centrais no funcionamento da família. Suas identidades eram determinadas primeiramente por suas funções familiares como mãe e esposa; passavam maior parte do tempo ligadas às atividades relacionadas à criação dos filhos.

Para Minuchin (1990) a família mudou na medida em que a sociedade mudou e evoluiu.

A instituição casamento, tal como se desenvolveu, funcionou bem e durou um tempo relativamente longo porque as mudanças sociais, culturais e tecnológicas eram lentas.
(http://www.srosset.com.br/monografias/casamento-ontem_e_hoje.html)

Relembre os fatos que marcaram os anos 50:

(http://www.valdecircarvalho.com.br/tag/decoracao-casamento-anos-50/)

Para adoçar o fds!!!

Quantas de nós quando erámos bem novinhas, sonhávamos com os contos de fadas, príncipes fofos, castelos belíssimos e um casamento dos sonhos?

Quantas de nós pensávamos no felizes para sempre?

Mais pensando bem, não seria um saco viver feliz o tempo todo, uma monotonia danada? Sorrir o tempo todo? Ihh!! Não gosto nem de pensar!!

Ser feliz para sempre seria muito estático, paradão, igual dia chuvoso com engarrafamento, percebe?
Eu não quero, apenas, ser feliz para sempre, quero ser feliz sim!!! Mas quero também viver ao lado do meu marido intensamente, quero brigar, ficar triste e pensar em jogar tudo pro alto, mas, quero também me reconciliar (nada melhor do que um carinho de desculpa!!!), quero ter aventuras, porque eu sendo uma dona de casa, ahhh isso vai ser uma aventura!!! E claro, se para ser feliz vem de grátis, de brinde muitos beijos e carinhos, aí sim, eu quero ser feliz, mas, também com os seus opostos e tudo o que eu tenho direito em meu relacionamento.

Casais felizes são aqueles que se complementam, mais são opostos, mas não deixa esssas contradições vencerem a parada. São aqueles que estão/estarão dispostos a se jogar de cabeça nesse negócio, meio esquisito, que tira a nossa paciência, às vezes nos desanima, que é o casamento.

Um bom fds a todas…

Esperando ansiosa pela surpresa do dias dos noivorados ( que será no sábado, domingo é para os namorados!!).

Bjos

Mariana

Pra pensar!!!

Acho que aqui todos sabem que eu sou fã e admiradora do trabalho de John Mayer…

Recentemente vi um video no youtube de uma música tão harmoniosa, fui procurar pela letra e não conseguia encontrá-la…
Até que hoje encontrei…

A letra me fez pensar muito, e pensar não só no significado da palavra AMOR, mais o que ela representa para mim e para o meu noivo…

Veja o vídeo e depois tem a tradução:

O Amor É Um Verbo

O amor é um verbo
Não é uma coisa
Não é algo que você possui
Não é algo que você grita
Quando você me mostra o amor
Eu não preciso de suas palavras
Sim, o amor não é uma coisa
O amor é um verbo
O amor não é uma coisa
O amor é um verbo

O amor não é uma paixão
Não é uma desculpa
Não, você não pode obter através do amor
Em apenas uma pilha de I.O.U.s
O amor não é uma piada
Apesar do que você já ouviu
Sim, o amor não é uma coisa
O amor é um verbo
O amor não é uma coisa
O amor é um verbo

Então você tem que mostrar mostrar mostrar-me
(Mostrar Mostrar-me)
Mostrar Mostrar-me
Que o amor é um verbo
Sim, você tem que mostrar mostrar mostrar-me
(Mostrar Mostrar-me)
Mostrar Mostrar-me
Esse amor é um verbo

O amor não é uma coisa
O amor é um verbo

Tenham uma ótima segunda feira!!!

o assunto é: casamentos pequenos

Casamentos pequenos são um máximo!!! Saiu na Época!!!
Em um momento de crise, os motivos para manter uma lista de convidados com apenas dois dígitos são muitos

Os casamentos pequenos, última tendência em Hollywood, já conquistaram adeptos como Scarlet Johansson, Eddie Murphy e a próxima a se casar em uma cerimônia para poucos e bons pode ser, segundo rumores, Jennifer Love Hewitt. Longe do glamour das estrelas, a crise financeira dá outros motivos para quem pensa em fazer uma celebração apenas para os íntimos. “Tudo está mais caro, dos pacotes para a lua-de-mel às alianças, que subiram de preço com a alta do ouro”, afirma a organizadora de casamentos Vilma Lima.

Começar uma vida a dois com muitas dívidas em um momento de instabilidade econômica pode não ser uma boa idéia. Confira abaixo cinco razões para organizar um casamento pequeno e único:

O casamento dos sonhos é possível

Ao optar por uma lista seleta de convidados, os noivos diminuem significativamente os gastos da festa. Desse modo, vestidos feitos sob medida, sapatos de estilistas famosos, jóias deslumbrantes e aquela banda especial tornam-se possíveis quando se evita gastar enormes quantias de dinheiro alimentando centenas de convidados famintos. “Com um casamento pequeno, os noivos podem oferecer uma festa com mais qualidade”, afirma Vilma.

Sejamos honestos: o dia do casamento pertence à noiva. Quando existem muitos convidados, ela pode ser ofuscada. Mas em festas pequenas, a noiva é o centro das atenções, e será paparicada por todos.

Menos stress, mais amor

É comum casamentos enormes gerarem muito estresse e desgaste na relação dos noivos. Existem relatos de noivas que ficam doentes, deprimidas, exaustas ou até terminam com seus parceiros em decorrência da preocupação que um grande casamento gera.

Muita diversão

Quem já viveu a experiência de não conseguir aproveitar direito a própria festa de aniversário por ter que se desdobrar ao dar atenção a todos deve ter uma idéia do que um enorme casamento pode ser para os noivos. Com poucas pessoas e um clima mais íntimo, o casal pode encarar o pós-cerimônia não como uma obrigação social, mas sim do jeito que deveria ser, uma festa!

Amigos do peito

Festas pequenas fornecem a desculpa ideal para convidar apenas quem você ama. Nada de primos distantes, colegas de trabalho chatos ou amigos de amigos inoportunos. Afinal, os parceiros de bridge de sua avó não irão se ofender com a sincera explicação “o casamento será muito pequeno, apenas para amigos íntimos e familiares”. A melhor parte? Os noivos aproveitarão o melhor dia de suas vidas com quem realmente amam.